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![]() Projeto Editorial-Gráfico Introdução A Revista O Público Alvo O Conteúdo O Hipertexto O Conselho Editorial O Formato A Periodicidade A Distribuição Plano de Comunicação Investimento A Mensagem Final O mercado editorial tem produzido grande quantidade de veículos de comunicação dispostos em mídias das mais diversas naturezas. Há, entretanto, uma demanda por veiculação digital de conteúdos em evidente alinhamento com a utilização de computadores, on-line ou off-line, mas calcadas em ferramentas web. Contemporâneo a este cenário o IJURIS - Instituto de Governo Eletrônico, Inteligência Jurídica e Sistemas, OSCIP de cunho científico e tecnológico, reconhecido, nos cenários nacional e internacional, pelas premiadas pesquisas desenvolvidas nas áreas de convergência entre Direito e Tecnologia da Informação e Comunicação – www.ijuris.org – lança a sua primeira revista eletrônica, a PontoGov. O IJURIS, ciente da missão comunicacional advinda da difusão dos conhecimentos científicos produzidos, bem como as experiências práticas desenvolvidas por empresas e pelo Estado, especialmente nas áreas de Governo Eletrônico; fundou sua Editora, de expertise eletrônico, com reconhecimento e credenciamento (ISBN) na Fundação Biblioteca Nacional. A revista, produto da Editora Digital IJURIS, propõe foco editorial centrado em e-Gov e nas novas tecnologias de gestão do conhecimento. A capacitação da cidadania num Estado de Direito impulsionado por tecnologias digitais é o retrato que a Revista PontoGov quer mostrar: uma visão tecnológica da Democracia.
O projeto editorial Revista PontoGov procura o público alvo através da segmentação. Denominamos de personalização do meio. Uma revista dirigida para um público bem definido e que procura reafirmar a identidade de grupos de interesses específicos, utilizando-a como suporte para navegar no meio digital e para compreender as tecnologias aplicadas a gestão pública, onde a revista é sua “senha” de acesso. Hoje, com o incremento da Internet que individualizou o leitor, fazer revistas cada vez mais segmentadas, para grupos restritos, com circulação dirigida certamente é onde se consegue o melhor resultado, simplesmente porque não há perdas e tampouco ruídos de comunicação. Desta forma, o público alvo da Revista PontoGov é composto por Gestores Públicos que precisam da informação qualificada para auxiliá-los nas tomadas de decisões, comunidade científica que tem por escopo desenvolver tecnologias voltadas para a administração pública e empresas que se relacionam direta ou indiretamente com o Governo, mais especificamente com o governo eletrônico. Assim, a Revista PontoGov procura estabelecer relações de interdisciplinaridade, no diálogo e na visão crítica que apresenta desta nova realidade.
Para
o pensador francês Pierre Lévy, o ser humano é
preguiçoso e gosta de ter acesso fácil a tudo que
precisa. No livro Cibercultura, ele expôs dois tipos de leitores
digitais: os que procuram uma informação
específica e os que estão vagamente interessados em um
assunto, mas prontos para desviar a qualquer instante para
conteúdos mais interessantes. Por ser bombardeado diariamente
por uma quantidade avassaladora de informações, o leitor
não se sente fiel a qualquer veículo de
comunicação. Principalmente aos veículos digitais.
A relação do leitor com jornais e revistas impressos
ainda é diferente; existe uma fidelidade em razão da
linha editorial apresentada. A Revista PontoGov encontra-se exatamente
no meio do caminho de todas essas mídias. Ela é
física, pois seu canal é o CD-Rom - podendo ser adquirida
através de download diretamente no site do Instituto – o
que não deixa de ser uma experiência real com a
informação porque uma vez feito o download o seu arquivo
já é posse do leitor. Todavia, além de ser
física, a transmissão das informações
é digital, oferecendo todas as possibilidades de navegabilidade
e interatividade com a informação que lhe é
oferecida. O que podemos comprovar, como disse Pierre Lévy,
“vivemos a sociedade da informação que não
informa, apenas absorve grandes quantidades de dados”. A linha
editorial da Revista PontoGov propõe exatamente um ajuste deste
paradigma, qual seja, um conjunto de informações a cada
edição que propicie para o leitor compreender a realidade
do Governo Eletrônico, suas tendências e suas
aplicabilidades, colocando-o na convergência entre sua atividade
e as tecnologias de e-Gov, para auxiliá-lo no desempenho de suas
funções. As informações transmitidas
digitalmente passam por uma nova forma de se relacionar com a leitura.
A primeira questão está relacionada com a fisiologia da
visão humana. A luz do monitor do computador faz com que o
leitor pisque menos os olhos, o que pode resultar em fadiga visual. A
tela do monitor também está fixa em uma mesa e os olhos
são forçados a se ajustarem ao tamanho do tipo de letra
que está sendo visualizado. Essas condições levam
a pessoa a ler 25% mais devagar. É consenso entre os
elaboradores de textos digitais que estes devem ser concisos e
objetivos. Por isso a apresentação de textos
técnico-científicos têm uma maior dificuldade na
sua expressão digital. A Revista PontoGov traz a
solução para uma leitura dinâmica e menos cansativa
do texto digital ao estabelecer a experiência que se tem numa
revista física com as “viradas de página” e
poucos textos em cada uma de suas páginas. Desta forma a leitura
não se torna cansativa e a navegabilidade pelas
informações não perde a possibilidade do
hipertexto e sua não-linearidade, permitindo que o leitor
navegue pela estrutura do hipertexto, sem uma seqüência
predeterminada, saltando de um ponto para outro, de uma página
para outra, podendo, inclusive, sair da revista através de um
link ali existente seja na informação seja na
publicidade. Isso não prejudica a leitura já que a
revista sempre estará com o leitor seja em CD-Rom, seja com um
arquivo-download. O leitor pode retornar a revista depois de explorado
o hiperlink oferecido e, na seqüência da leitura,
compreender melhor os contextos existentes. Assim, a Revista PontoGov
posiciona-se, editorialmente, entre a gestão pública e a
comunidade científica; para fomentar o diálogo e a
aproximação das ações voltadas ao governo
eletrônico, suas tecnologias, tendências, pesquisas e
aplicabilidades. Para tanto, as considerações do Prof.
Hugo Cesar Hoeschl, Post Doc.; em seu e-book publicado pela Editora
IJURIS (www.ijuris.org/editora), “Curso de Governo
Eletrônico”, aponta-nos algumas diretrizes editoriais para
justificar a presente publicação:
A
mídia digital oferece amplas possibilidades para o emprego de
audio e de imagens, mas são fundamentalmente as palavras que
continuam prevalecendo. Esse procedimento específico de
construir um novo canal de comunicação chamado Revista
PontoGov, deverá permitir (esperamos que seja em breve) a
realização da tarefa mais difícil: aliar texto,
design e tecnologia, e tratá-los como um componente único
– a informação. Permitir ao leitor a
construção de sua leitura e a elaboração de
um entendimento próprio sobre o assunto deixando-o navegar pela
estrutura do hipertexto sem uma seqüência predeterminada,
saltando de um ponto para outro conforme seu real interesse. O hipertexto pode ser assim compreendido: Sobre o hipertexto:
Os membros do Conselho Editorial da Revista PontoGov deverão: · Ser pessoas de destaque em sua área de atuação profissional, de reconhecido mérito científico ou acadêmico, prestígio junto aos seus pares e respeitado pela comunidade acadêmica nacional ou internacional. · Ter disponibilidade para apreciação dos artigos e materiais submetidos à Revista e para participar de reuniões periódicas (presenciais ou virtuais) para tomar as decisões pertinentes ao Conselho Editorial. Cabe ao Conselho Editorial: · Elaborar as políticas de publicação da Revista, dentro das políticas maiores traçadas pelo Núcleo de Mídia e Comunicação e pelo Instituto. · Estabelecer os critérios de excelência e os padrões de qualidade da publicação, que orientarão os processos de apreciação e seleção dos artigos e materiais a ela submetidos. · Apreciar o mérito dos artigos e materiais submetidos para publicação na Revista PontoGov e no NMC, recomendando ou rejeitando cada proposta conforme os critérios adotados pelo próprio conselho Editorial segundo a missão e a visão do Instituto. · Recomendar aos autores e entrevistados e sugerir aos editores temas para as edições da revista, participando das reuniões de pauta; · Emitir pareceres sobre matérias de sua competência, a pedido do IJURIS e/ou do NMC. O Conselho Editorial será composto inicialmente por convite individual a cada um de seus potenciais membros, redigido e encaminhado pelo NMC – Núcleo de Mídia e Comunicação do IJURIS.
A utilização de um canal de comunicação próprio – o CD-Rom – é inovador pelo uso e vanguarda pelo tratamento aplicado. É uma solução econômica e eficaz, pois a revista tem público segmentado. A versatilidade do CD-Rom é um diferencial. O conteúdo de cada edição da Revista PontoGov pode ser material de apoio nas pesquisas de cada leitor e por ser de fácil manuseio, transporte, arquivamento e durabilidade, o CD-Rom tem inúmeras vantagens sobre uma revista impressa. A Revista PontoGov será composta inicialmente pelas seguintes editorias: · Editorial · Matéria de Capa · Destaque · Comunicações · Artigos · Biblioteca · Entrevistas · Área Interativa e Serviços · Aventura · Portfólio
A
partir de 2006 a Revista PontoGov terá edições
trimestrais, período suficiente para o Conselho
Científico da Editora IJURIS, responsável pela
edição da Revista, consiga elaborar uma nova
edição.
O que muda são as formas pelas quais as informações são distribuídas. Exclui-se a utilização de material impresso, preservando o meio ambiente e facilitando a divulgação de todos os conteúdos oferecidos. Tem por foco de distribuição o público alvo da revista – gestores públicos e comunidade científica. Prepara-se uma tiragem de 3000 (três mil) exemplares dirigidos aos órgãos do poder público, sejam municipais, estaduais ou federai que tenham as ferramentas de governo eletrônico como parte de suas propostas de ação, bem como para toda comunidade científica envolvida com o desenvolvimento de tecnologias aplicadas ao governo eletrônico. Além das tiragens oficiais da Revista PontoGov em CD-Rom para distribuição dirigida, a postagem de seu conteúdo no site do IJURIS para download projeta uma replicação estimada de mais 3000 (três mil) downloads a cada trimestre de sua vigência. Como o conteúdo apresentado é especializado e tem valor agregado para àquele que tiverem acesso, seja como material de consulta e pesquisa, seja como fonte de leitura para apoio na sua atividade profissional, a Revista PontoGov oferece a todos os seus anunciantes, e aos interessados na difusão de suas informações a possibilidade de se incluir o presente conteúdo no endereço eletrônico de cada um. Desta forma o download da revista não fica restrito ao endereço eletrônico do IJURIS, mas a todos os sites que desejarem disponibilizá-la pelo alto valor agregado que suas informações podem oferecer. Por fim, a distribuição pode, ainda, ser potencializada com a elaboração de uma tiragem específica para cada anunciante que desejar dirigir seu conteúdo para determinados e específicos públicos que formam a estrutura de relacionamento, oferecendo a estes, conteúdo qualificado, destaque para seu anúncio e embalagem diferenciada. A união de todas estas formas de distribuição com a pulverização de sua leitura por mais de uma pessoa em cada exemplar projeta a Revista PontoGov atingir um público estimado de 15000 (quinze mil) pessoas a cada três meses da sua edição.
O anúncio Entre as
edições Potencializando o
conteúdo Replicações
Neste ponto devemos considerar o investimento
necessário e seu principal aspecto – o “valor de
compra”, ou seja, o quanto alguém está disposto a
pagar pela informação e por seu valor de uso em
relação aos resultados obtidos com o uso da
informação que possui.
O design da informação surge onde a eficiência da comunicação seja um fator importante; e onde a construção de conhecimento, mais do que a persuasão, seja o caminho preferido para obter esta eficiência. Mais do que uma nova área de aplicação ou divisão do campo de conhecimento, o design da informação é uma postura que tende a influenciar a prática e o processo, com conseqüências claras para seus produtos e para as pessoas que os utilizam. A Revista PontoGov pode ser vista como uma extensão de esforços para divulgar e ampliar o entendimento sobre Governo Eletrônico. Inaugura-se, com esta publicação, um espaço permanente para a divulgação de propostas e resultados de pesquisas, reflexões, visões críticas, assim como resenhas, entrevistas e eventos que contribuam para promover e consolidar uma visão tecnológica da democracia. Por fim, gostaríamos de ressaltar que a PontoGov não é apenas uma iniciativa editorial, mas um desafio que esperamos compartilhar com nossos leitores.
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